Quanto vale sua empresa?

Nos últimos anos, sua empresa vem aumentando ou diminuindo de valor? Quais as perspectivas? Aumento ou de diminuição de valor? A taxa de retorno que vem obtendo é superior à taxa do custo do total dos capitais empregados, os próprios mais os de terceiros? Não podemos esquecer que o capital próprio não é gratuito, ele tem o seu custo de oportunidade.

Sabemos que a inadequação da estrutura de capital empregado é a causa número um do fracasso das empresas. Você elabora um planejamento econômico-financeiro de médio e longo prazo que lhe permita prever as consequências decorrentes das decisões estratégicas adotadas? Quais são os recursos necessários para financiar os investimentos e o próprio crescimento das atividades? Como consegui-los e a que custo?
Através do planejamento econômico-financeiro, pode-se simular tantas situações e cenários futuros quantos sejam possíveis imaginá-los, permitindo visualizar com antecedência situações desfavoráveis e agir antecipadamente, obtendo ganhos ou evitando perdas. Sua empresa tem usado essa prática? O responsável pela gestão da empresa que tem respostas para todas as perguntas aqui formuladas, tem realmente o controle do negócio.
Sabe para onde está indo e como pode chegar ao seu objetivo. No entanto, se não tem respostas positivas para a maioria dessas perguntas, está fazendo um voo às cegas, sem instrumentos, podendo estar correndo grandes riscos. Se ainda utiliza como medida de desempenho apenas indicadores que refletem o que já passou, pode não saber exatamente para onde está indo e qual a perspectiva de futuro da sua empresa. As empresas modernas estão adotando novas “Medidas de Desempenho” que lhes possibilitem mensurar o quanto de valor estão criando ou destruindo, a cada período considerado. O passado serve apenas como um referencial, é olhando para o futuro com um certo grau de previsibilidade que se constrói estratégias vencedoras.
A utilização dessas modernas técnicas de avaliação de desempenho certamente irão nortear o processo de tomada de decisão do empresário, auxiliando-o a aplicar recursos somente em projetos que se revelem eficientes na geração de caixa, com menor nível de risco, maximizando assim o valor da sua empresa. Não dá mais para voar às cegas, sem instrumentos, seria gostar muito de viver perigosamente!

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